A UKMTO informou que já foram realizados 21 ataques contra embarcações desde 1º de março, e que o trânsito caiu de uma média histórica de 138 navios por dia para cerca de um navio por dia atualmente.
Segundo o comunicado, a classificação "crítica" deve-se aos padrões de recentes ataques, interferências contínuas na navegação e persistente interrupção operacional, incluindo nos portos do Oriente Médio. "Os incidentes envolvem uma ampla gama de tipos de embarcações e estados de bandeira, sem um padrão consistente de ligação com propriedade ocidental", apontou, acrescentando que isso sugere uma "ampla campanha de interrupção marítima" em vez de seleção de alvos específicos.
No ataque mais recente, neste domingo, um navio graneleiro ancorado a aproximadamente 12 milhas náuticas da costa dos Emirados Árabes Unidos ouviu uma explosão desconhecida e observou um incêndio por um curto período a cerca de 1.300 metros da embarcação, atividade classificada como suspeita pela UKMTO.
A organização britânica pediu que embarcações comerciais continuem a manter contato para relatar informações relevantes e que os marinheiros permaneçam alertas para a possibilidade de munições não detonadas (UXO, em inglês) a bordo de embarcações afetadas, além de tratarem "qualquer projétil suspeito como extremamente perigoso".
(Com Agência Estado)
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