A reforma unificou a oposição de centro-esquerda, tornando o referendo um confronto simbólico sobre a força de Meloni, a um ano das eleições nacionais. Pesquisas recentes mostram uma disputa acirrada, com o campo do "Não" ganhando força em um clima polarizado, onde a participação pode ser decisiva. Após 12 horas de votação no primeiro dia, a participação atingiu 38% dos eleitores elegíveis, a maior já registrada para um referendo de dois dias.
Lorenzo Pregliasco, analista político, afirmou que uma rejeição à reforma teria peso político significativo, enfraquecendo a aura de invencibilidade de Meloni e impulsionando a oposição de centro-esquerda.
Meloni inicialmente evitou associar sua imagem ao referendo, temendo que uma derrota pudesse enfraquecê-la. No entanto, à medida que a votação se aproximava e as pesquisas se estreitavam, ela abraçou totalmente a campanha do "Sim", acusando partes do judiciário de atrapalhar o trabalho do governo em migração e segurança.
Suas advertências severas atraíram críticas de magistrados e da centro-esquerda, que argumentam que as reformas ameaçariam a independência judicial. Analistas dizem que o referendo tem implicações internacionais, com Meloni enfrentando o risco de parecer subserviente ao presidente dos EUA, Donald Trump, cuja política externa enfrenta crescente desaprovação entre os italianos.
Uma derrota no referendo não forçaria Meloni a renunciar, mas poderia diminuir sua credibilidade na União Europeia (UE). O referendo centra-se em reformas debatidas há muito tempo, visando remodelar a estrutura do judiciário italiano, incluindo a separação das carreiras de juízes e promotores e mudanças no Conselho Superior da Magistratura.
*Fonte: Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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