"Os títulos dos Treasuries americanos estão banhados com o sangue iraniano. Ao comprá-los, você está, na prática, comprando um ataque contra seus próprios ativos e infraestrutura", escreveu ele. "Estamos monitorando seus portfólios, esse é o seu aviso final."
Em outra publicação, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, rebateu relatos de que o Estreito de Ormuz tenha sido fechado por Teerã. "O Estreito não está fechado. Os navios estão hesitando porque seguradoras temem a guerra cuja escolha de iniciar foi de vocês, e não do Irã", escreveu no X. Apesar de não citar nominalmente, a postagem se refere aos EUA e a Israel, que deram início à guerra no dia 28 de fevereiro.
O diplomata acrescentou que "nenhuma seguradora ou iraniano será abalado por novas ameaças", sem dar mais detalhes, e pediu respeito dos americanos e israelenses. "A liberdade de navegação não existe sem liberdade de comércio. Respeite ambos, ou não espere nenhum deles", disse.
Mais cedo, contudo, o Irã disse que o Estreito de Ormuz estava completamente fechado para embarcações de países "inimigos".
O regime persa também ameaçou provocar "danos irreversíveis" a alvos de energia, tecnologia e dessalinização de países do Oriente Médio que abriguem bases americanas em retaliação aos EUA, caso o presidente Donald Trump prossiga com a ameaça de atacar instalações de energia do Irã.
(Com Agência Estado)
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