"Consideramos esta decisão da UE um passo deliberado que leva a uma escalada acentuada da situação militar e política em todo o continente europeu e à transformação gradual desses países em uma retaguarda estratégica para a Ucrânia", disse o ministério.
O Kremlin também chamou o aumento significativo na produção de veículos aéreos não tripulados (VANTs) de "cenário de ataques terroristas" contra a Rússia.
Na rede X, o representante de alto escalão de segurança de Moscou, Dmitry Medvedev, escreveu que as declarações do Ministério da Defesa devem ser tomadas ao pé da letra: "A lista de instalações europeias que fabricam drones e outros equipamentos é alvo potencial para as forças armadas russas. Quando os ataques se tornarem realidade depende do que vier a seguir. Durmam bem, parceiros europeus!", disse.
Ao total, o Ministério forneceu uma lista com 21 empresas que produzem drones e/ou seus componentes. As empresas estão sediadas na Polônia, República Tcheca, Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Letônia, Lituânia, Países Baixos, Espanha e Itália, além de Israel e Turquia.
(Com Agência Estado)
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