Em declaração conjunta, os países alertam que os impactos no crescimento, na inflação e nos mercados persistirão mesmo com uma resolução imediata do conflito, mas que eles estão comprometidos em gerenciar as respostas econômicas e a recuperação da crise.
"Reafirmamos nosso compromisso com o comércio aberto e baseado em regras de produtos energéticos. Comprometemo-nos a evitar, e apelamos a todos os países para que evitem, ações protecionistas, incluindo controles de exportação injustificados, estocagem e outras barreiras comerciais nas cadeias de suprimentos de hidrocarbonetos e outras afetadas pela crise", acrescenta o comunicado.
O grupo pontuou que acolhe com satisfação as coordenações do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial e da Agência Internacional de Energia (AIE) de avaliação compartilhada dos impactos econômicos globais.
A nota ainda diz que os países reafirmam o "apoio inabalável" à Ucrânia e a determinação em manter pressão econômica sobre a Rússia.
(Com Agência Estado)
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