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Mundo Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 11:00 - A | A

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026, 11h:00 - A | A

Irã usou satélite espião chinês para atacar bases americanas, diz jornal

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O Irã adquiriu de forma secreta, no fim de 2024, um satélite espião de origem chinesa, que passou a ser utilizado no monitoramento de instalações militares dos Estados Unidos no Oriente Médio durante o conflito na região. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 15, pelo jornal Financial Times. A China nega as acusações.

Segundo a publicação, o equipamento, identificado como TEE-01B e desenvolvido pela empresa Earth Eye Co., teria sido lançado a partir da China e posteriormente incorporado à Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária Islâmica. O jornal afirma ter tido acesso a documentos militares iranianos classificados como vazados.

Ainda de acordo com a reportagem, o satélite teria sido empregado para mapear bases militares estratégicas dos EUA na região, utilizando imagens orbitais, coordenadas geográficas e análises com registro de tempo. As observações teriam sido realizadas em março, em momentos anteriores e posteriores a ataques com drones e mísseis contra essas instalações.

Os documentos indicam também que, como parte da cooperação, a Guarda Revolucionária passou a ter acesso a estações terrestres comerciais operadas pela Emposat, empresa sediada em Pequim especializada em serviços de controle de satélites.

O Ministério das Relações Exteriores da China classificou as acusações como "rumores fabricados" em comunicado à agência Reuters. Segundo a pasta, "algumas forças têm se empenhado em associar maliciosamente a China a esse tipo de narrativa", reiterando oposição a "práticas motivadas por segundas intenções".

A Casa Branca, a CIA e o Pentágono não comentaram o caso, de acordo com o Financial Times. As empresas citadas na reportagem também não responderam aos pedidos de posicionamento.

O jornal britânico acrescenta ainda que o satélite teria captado imagens de bases como a Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita, além de instalações na Jordânia, no Bahrein e no Iraque, em datas próximas a ataques atribuídos à Guarda Revolucionária Islâmica contra alvos na região.

(Com Agência Estado)

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