Em uma declaração, o número 10 da Downing Street disse que os ministros se reuniram na tarde desta sexta-feira, 20, e "confirmaram que o acordo para que os EUA usem bases do Reino Unido na autodefesa coletiva da região inclui operações defensivas americanas para degradar os locais de mísseis e capacidades sendo usadas para atacar navios no Estreito de Ormuz".
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, permitiu que os EUA usassem bases do Reino Unido na região para operações defensivas poucos dias após o início da guerra em 28 de fevereiro, quando o Irã começou a lançar mísseis e drones em todo o Oriente Médio.
Além disso, o líder democrata do Senado dos EUA, Chuck Schumer, afirmou que um potencial orçamento de US$ 200 bilhões para a guerra no Irã "nunca acontecerá" se for enviado ao Congresso e é um "risco absurdo e perigoso."
Schumer disse em um discurso no plenário hoje que "mesmo uma fração de US$ 200 bilhões é inaceitável para uma guerra sem um plano, sem um desfecho e sem o apoio do povo americano." Ele pediu ao presidente Donald Trump que encerrasse o conflito.
O Pentágono enviou um pedido de US$ 200 bilhões à Casa Branca, mas a Casa Branca ainda não enviou um pedido oficial ao Congresso.
*Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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