Após dois anos e meio de combates ativos em vários países, muitos deles envolvendo reservistas, muitos israelenses estão cansados de um sistema de longa data que permitiu que homens ultraortodoxos escapassem do serviço militar. Essa raiva se espalhou para a própria base de Netanyahu.
Enquanto isso, os ultraortodoxos estão furiosos com seu fracasso em legalizar suas isenções. Eles retiraram seu apoio à coalizão há duas semanas, levando a uma votação inicial para dissolver o parlamento, conhecido como Knesset, nesta quarta-feira, 20.
Isso iniciou um processo que pode antecipar as eleições de outubro para setembro.
O cenário político de Israel é altamente fragmentado, e nenhum partido jamais ganhou a maioria no Knesset de 120 membros. Em vez disso, os partidos devem construir alianças para formar uma maioria, o que muitas vezes envolve negociações que dão aos partidos menores uma influência desproporcional.
Os ultraortodoxos atualmente têm 18 assentos no Knesset, um número semelhante aos anos anteriores, mas que há muito tempo são indispensáveis para Netanyahu.
Dois grandes partidos ultraortodoxos desertaram de Netanyahu no início deste mês, depois que ele lhes disse que não esperava conseguir aprovar o projeto de isenção, sem qualquer previsão para retornar à coalizão governista. Isso deixou Netanyahu sem maioria parlamentar e é uma das principais razões para o projeto de dissolver o Knesset.
*Com informações da Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
(Com Agência Estado)
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