A proposta destaca as dificuldades do governo do primeiro-ministro, Shehbaz Sharif, em lidar com o crescimento lento, altos custos de vida e incertezas em meio a tensões regionais e à guerra no Oriente Médio.
O Paquistão emergiu como um mediador chave para trazer o Irã e os Estados Unidos à mesa de negociações em esforços para resolver a guerra em andamento. As negociações estagnaram, embora um cessar-fogo tênue esteja em vigor.
O Paquistão também está envolvido em um conflito com o vizinho Afeganistão, acusando Cabul de abrigar militantes paquistaneses que estão lutando contra o governo em Islamabad - uma acusação que Cabul nega. Centenas de pessoas foram mortas desde que os combates reacenderam em fevereiro.
Aurangzeb disse ao Parlamento que, sob o novo orçamento, o gasto total atingiria 18,77 trilhões de rúpias (US$ 67,49 bilhões), um ligeiro aumento em relação ao ano passado.
O ano fiscal de 2026-27 do Paquistão começa em 1º de julho. Os legisladores votarão a proposta ainda este mês.
Aurangzeb afirmou que o governo está visando um crescimento econômico de 4% e uma inflação de 8,2% para o próximo ano, embora as pressões sobre os preços permaneçam uma grande preocupação para as famílias já pressionadas por anos de aumento de custos.
O orçamento segue de perto as condições do programa de US$ 7 bilhões em andamento do Paquistão com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que tem pressionado por maiores receitas, tributação mais ampla e reformas estruturais para reduzir déficits fiscais crônicos.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (sistema de notícias em tempo rela do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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