"Estou profundamente preocupado com a restrição dos direitos e das liberdades de navegação na área do Estreito de Ormuz, estrangulando a economia global", disse ele a repórteres na sede das Nações Unidas, enquanto as tensões regionais no Oriente Médio continuam a elevar os temores de interrupções no fornecimento de energia e no comércio global.
Guterres afirmou que, mesmo que o Estreito seja reaberto hoje, serão necessários meses para as cadeias de suprimento voltarem ao normal. "A humanidade está pagando o preço de que poucas pessoas estão lucrando", acrescentou. Ele pontuou que um corredor humanitário pode ser planejado pela ONU no "pior cenário possível", mas que o objetivo atual é a navegação total e reaberta em Ormuz.
(Com Agência Estado)
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