Netanyahu ressaltou que o sucesso das operações conta com o apoio estratégico dos Estados Unidos e do presidente norte-americano, Donald Trump, unindo as forças armadas das duas nações em um esforço que ele descreveu como o cumprimento de um objetivo perseguido há 40 anos.
Apesar dos avanços militares, o primeiro-ministro reconheceu que o país atravessa dias dolorosos, citando nominalmente as perdas de vidas civis em Tel-Aviv e, mais recentemente, em Beit Shemesh. "Presto condolências às famílias das vítimas e desejo a recuperação dos feridos", disse.
A confirmação do governo israelense ocorre em meio a uma nova onda de ataques iranianos que atingiram alvos civis em diversos países da região. Na localidade de Beit Shemesh, equipes de emergência confirmaram a morte de nove pessoas após o desabamento de um prédio residencial causado pelo impacto direto de um míssil iraniano.
Além das vítimas em solo israelense, a escalada do conflito resultou em mortes e danos materiais no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos, evidenciando a amplitude regional da crise iniciada após a deflagração da operação conjunta entre Estados Unidos e Israel no último sábado.
(Com Agência Estado)
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