Mundo Sábado, 26 de Março de 2011, 12:49 - A | A

Sábado, 26 de Março de 2011, 12h:49 - A | A

Protesto

Milhares protestam em Londres contra cortes do governo

Manifestação será a maior na capital desde 2003, com estimativa de mais de 100 mil pessoas

DA EFE, em Londres

Milhares de pessoas protestam neste sábado em Londres contra os cortes públicos propostos pelo governo britânico, no que será a maior manifestação convocada na capital desde a manifestação de 2003 contra a guerra do Iraque.

A confederação sindical britânica TUC (Trade Union Congress) organizou a manifestação e antecipa que terá a participação de mais de 100 mil pessoas, que partirão às 8h de Brasília de Embankment até o Hyde Park, onde sindicalistas e políticos falarão por volta das 10h30 de Brasília.

Andy Rain/ EFE    

Integrantes da Confederação Sindical Britânica protestam em Londres contra os cortes públicos propostos pelo governo
   Integrantes da Confederação Sindical Britânica protestam em Londres contra os cortes públicos propostos pelo governo

Professores, enfermeiros, membros do Serviço Nacional de Saúde, funcionários de prefeituras e outros empregados do setor público se unirão a estudantes e aposentados neste grande protesto contra as medidas de austeridade do governo.

Os participantes procedem de distintos locais de todo o país, por isso as forças da ordem colocarão nas ruas de Londres cerca de 4.500 policiais.

A administração de coalizão formada por conservadores e liberal-democratas insiste que estas medidas de austeridade são necessárias para reduzir o enorme deficit público do Reino Unido.

O TUC insiste que se trata de uma manifestação pacífica e que terá um ambiente "familiar".

O secretário-geral do TUC, Brendan Barber, disse neste sábado que muitas pessoas que se opõem ao ato argumentarão que os manifestantes são minoria.

Barber dirá no Hyde Park que há uma alternativa aos "brutais" cortes do gasto público, já cerca de 170 mil funcionários municipais podem perder o emprego.

"Hoje diremos [ao primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron]: não vamos deixar que destrua o que demoramos gerações para construir. Sejamos claros perante estes brutais cortes. Isto custará empregos em grande escala", disse o secretário-geral do TUC.

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