"Ao repudiar os ataques contra a soberania venezuelana, os dois líderes rejeitaram qualquer visão que possa implicar na divisão ultrapassada do mundo em zonas de influência. Reiteraram, nesse contexto, a defesa do multilateralismo, do direito internacional e do livre-comércio", diz a nota da Secom.
Ainda segundo a Secom, Lula e Sheinbaum manifestaram o desejo de seguir cooperando com a Venezuela em favor da "paz e estabilidade da região".
Lula convidou Sheinbaum para visitar o Brasil, o que foi aceito pela líder mexicana. A data da vinda da presidente vai ser negociada pelas chancelarias dos países. Os dois também concordaram em cooperar para o combate à violência contra a mulher.
(Com Agência Estado)
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