No mesmo evento, o ministro das Relações Exteriores do Egito, Badr Abdelatty, afirmou que um agravamento do conflito seria extremamente destrutivo. "Estamos confiantes de que a segunda rodada será mais perigosa, mais destrutiva e não levará a lugar nenhum", declarou.
Também no Bahrein, o ministro das Relações Exteriores da Síria, Assad al-Shibani, afirmou que a segurança na fronteira é uma responsabilidade compartilhada entre seu país e a Jordânia, anunciando que uma reunião de alto nível está prevista para o próximo mês para discutir acordos operacionais.
Al-Shibani acrescentou que não há "escaramuças" entre os dois países, após ataques jordanianos em território sírio elevarem as tensões bilaterais. A Jordânia informou que as investidas da semana passada mataram 20 militantes do grupo extremista Estado Islâmico, mas reconheceu que civis também foram atingidos; autoridades sírias relataram sete mortos, em sua maioria mulheres e crianças.
Paralelamente, al-Shibani informou que a Síria está em discussões para avaliar a adesão ao Pacto de Meca, aliança de defesa liderada pela Arábia Saudita que inclui Turquia e Paquistão. "Quer a Síria faça parte ou não, o país entende que a região necessita de uma estrutura que proteja sua segurança", afirmou.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









