Depois do ataque conjunto ao Irã, dos EUA e de Israel, o exército israelense estendeu os ataques ao sul do Líbano, à capital Beirute e a instalações de armazenamento de petróleo em Teerã, na capital do país persa.
Ao mesmo tempo, o ministro das Relações Exteriores do Líbano, Youssef Rajji, condenou o ataque de drone, aparentemente, lançado a partir do território libanês atingindo uma aérea britânica na costa sul de Chipre.
"Eu pedi aos nossos amigos cipriotas que não confundam o Estado libanês com aqueles que agem fora de sua autoridade e estrutura legal", disse Rajji, um firme opositor do Hezbollah, referindo-se a uma decisão do governo libanês que ordenou às agências de segurança que reprimissem grupos não estatais que realizam ataques.
Enquanto Beirute se apressa para fazer reparações, o presidente francês Emmanuel Macron visitará a nação insular da União Europeia na segunda-feira, 09. O ataque coloca o Líbano em uma situação delicada, já que Macron está liderando o único esforço diplomático para tentar interromper o conflito no País, que além das mortes, já convive com o deslocamento de centenas de milhares de habitantes. (Fonte: Associated Press)
(Com Agência Estado)
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