O contrato com a Boeing, com duração de sete anos, complementa um entendimento recente com a Lockheed para mais que triplicar a produção total dos mísseis.
Em comunicado, o Pentágono afirmou que a iniciativa faz parte de uma nova estratégia de aquisições voltada a ampliar a produção com maior integração da cadeia de fornecedores, garantindo "estabilidade e sinais de demanda de longo prazo" para estimular investimentos em capacidade, equipamentos e mão de obra.
Os sensores de guiagem, produzidos pela Boeing, são responsáveis por fornecer dados usados na orientação dos mísseis, permitindo interceptações de alta precisão. O governo afirma que o acordo busca reduzir gargalos e ampliar a escala de produção diante das demandas operacionais.
"Para construir um verdadeiro 'Arsenal da Liberdade', precisamos fortalecer cada elo da cadeia", afirmou o subsecretário de Aquisições e Sustentação, Michael Duffey. Segundo ele, o foco está em "velocidade, volume e uma cadeia de suprimentos resiliente".
(Com Agência Estado)
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