"A China valoriza a posição internacional e a importante influência do Brasil, apoiando seus esforços na salvaguarda da soberania e independência, na oposição à interferência externa e na manutenção da paz e estabilidade na região e no mundo", pontuou a nota.
O comunicado de Pequim não cita diretamente os Estados Unidos ou a Argentina, mas ocorre após investidas dos governos Donald Trump e Javier Milei sobre a política nacional. No últimos dias, o Itamaraty negou o visto a dois funcionários do Departamento de Estado do país que viajariam ao Brasil para verificar a "transparência do processo eleitoral brasileiro" e Lula chamou o embaixador brasileiro em Buenos Aires a Brasília após falas de Milei em convenção do PL.
Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), a conversa dos líderes ainda abordou a necessidade de acelerar as tratativas de um acordo entre o Mercosul e a China e cooperação em inteligência artificial (IA).
(Com Agência Estado)
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