Segundo informações da agência de notícias estatal chinesa Xinhua, em conversa por telefone como o chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, disse que a situação no Oriente Médio continua a se deteriorar, que as hostilidades na região ainda estão se intensificando e que a solução fundamental para garantir a navegação pelo Estreito de Ormuz "reside em alcançar um cessar-fogo o quanto antes e pôr fim à guerra".
De acordo com o ministro chinês, seu país e a Rússia devem "envidar esforços conjuntos para ajudar a reduzir a escalada da situação no Oriente Médio, salvaguardar a paz e a estabilidade regionais e defender a segurança comum do mundo". Para ele, os dois países "devem adotar uma abordagem objetiva a equilibrada e buscar maior compreensão e apoio da comunidade internacional".
Ainda segundo a Xinhua, Lavrov afirmou que a Rússia está muito preocupada com a contínua escalada das tensões no Oriente Médio e que Moscou sustenta que as operações militares devem ser interrompidas imediatamente. O chanceler russo acrescentou que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução política e diplomática, e que o Conselho de Segurança deve desempenhar um papel construtivo nesse sentido.
"A Rússia está pronta para manter comunicação e coordenação estreitas com a China e continuar a realizar esforços e a se manifestar em apoio a um cessar-fogo e ao fim da guerra", declarou Lavrov, de acordo com a agência chinesa.
Segundo a agência de notícias Reuters, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia reforçou, em comunicado, que os dois chanceleres discutiram maneiras de alcançar um cessar-fogo rápido e "iniciar um diálogo político-diplomático".
"Foi manifestada satisfação com a coincidência das abordagens da Rússia e da China na maioria das questões da agenda global, incluindo a situação em torno do Irã, relacionada à agressão não provocada dos EUA e de Israel contra aquele país", disse a nota, de acordo com a Reuters.
Pelo Estreito de Ormuz passa cerca de 25% do transporte marítimo de petróleo e derivados do mundo, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), e a China é um dos principais destinos destes produtos.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







