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Sábado, 28 de Março de 2026, 16h:00 - A | A

Ataques de Israel no Líbano matam jornalistas; 51 profissionais de saúde já morreram

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O número de mortos no Líbano desde o início do conflito entre Israel e Hezbollah, em 2 de março, subiu para 1.189, após a confirmação de 47 mortes nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde local, em meio à intensificação dos bombardeios no sul do país. O total de feridos chega a 3.427.

Os ataques voltaram a atingir profissionais de saúde e de imprensa neste sábado (28). Segundo autoridades libanesas, nove paramédicos morreram em ações recentes, elevando para 51 o número de trabalhadores da saúde mortos desde o início da ofensiva. Nove hospitais foram atingidos e cinco deixaram de operar, o que amplia a pressão sobre o sistema de atendimento nas áreas mais afetadas.

No mesmo contexto, ao menos dois jornalistas foram mortos em um bombardeio no sul do país. As vítimas foram identificadas como Ali Shoeib, da Al-Manar, e Fatima Ftouni, da Al-Mayadeen. O Exército de Israel afirmou, sem apresentar provas, que Shoeib teria ligação com o Hezbollah.

No plano militar, Israel afirmou ter atingido mais de 1.000 instalações ligadas à produção de armamentos no Irã, incluindo estruturas associadas ao programa nuclear, em uma tentativa de reduzir a capacidade ofensiva do país.

Ainda neste sábado, autoridades do Paquistão informaram que o Irã concordou em permitir a passagem adicional de navios paquistaneses pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo. Segundo o ministro das Relações Exteriores paquistanês, Ishaq Dar, dois navios por dia poderão atravessar a via, em um gesto classificado como passo relevante para a redução das tensões na região. Fonte: Associated Press

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

(Com Agência Estado)

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