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Justiça Segunda-feira, 25 de Setembro de 2023, 18:03 - A | A

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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2023, 18h:03 - A | A

PARA BENEFICIAR MADEIREIRAS

Gaeco deflagra operação contra organização que fraudou créditos florestais em MT

Foram cumpridas ordens cautelares contra 10 pessoas físicas e jurídicas que atuam nos ramos madeireiro e de transporte de cargas de madeira em Cuiabá

AMANDA GARCIA
Da Redação

Operação deflagrada pela força-tarefa ambiental do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) nesta segunda-feira (25) cumpriu 10 ordens cautelares contra uma organização criminosa investigada por fraudes no uso de créditos florestais virtuais que beneficiaram empresas madeireiras no Estado. De acordo com a delegada Alessandra Saturnino, designada pela Polícia Civil, o prejuízo ultrapassa R$ 2,3 bilhões.

“Os laudos de valorização de danos existentes no inquérito, eles demonstram um valor que passa dos R$ 2,3 bilhões”, completou a delegada.

Conforme investigações, o grupo envolvido na fraude ambiental utilizava créditos, criados virtualmente, para beneficiar empresas do ramo madeireiro e terceiros inserindo dados falsos nos sistemas de gestão do órgão ambiental.

Parte dos créditos circularam em nome de pessoas físicas e jurídicas e geraram guias florestais falsas que foram utilizadas para acobertar a madeira extraída de, alguma forma, ilegalmente. O esquema permitia a circulação de produtos florestais de origem ilícita e a lavagem dos valores correspondentes às mercadorias ilegais, ou seja, madeira extraída ilegalmente.

Os fatos apurados apontam que a organização criminosa agiu com a intenção de movimentar os créditos fraudados para dissimular a madeira extraída ilegalmente. Os participantes do esquema da ‘lavagem de madeira’ recebiam as guias para esquentar o produto florestal, retirado ilicitamente, em transações ocorridas apenas virtualmente.

“Os denunciados uniram-se com o propósito de praticar condutas lesivas contra o meio ambiente, consistentes, em síntese, na constituição de organização criminosa que operacionalizou empreendimentos madeireiros constituídos formalmente. Ou seja, não possuíam estrutura física, nem funcionários compatíveis para a emissão de guias florestais ideologicamente falsos”, detalhou o promotor de Justiça, Marcelo Vacchiano.

(Com informações da Assessoria)

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