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Justiça Terça-feira, 14 de Maio de 2024, 15:49 - A | A

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Terça-feira, 14 de Maio de 2024, 15h:49 - A | A

INVESTIGAÇÃO CONTRA ELE

Emanuel usa saída de Edna Sampaio da Processante como argumento para pedir suspensão

Vereador Eduardo Magalhães (Republicanos) foi sorteado em 7 de maio para ocupar o cargo de membro deixado pela vereadora no colegiado

VANESSA ARAUJO
Da Redação

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) voltou a se manifestar no processo em que requer a suspensão da Comissão Processante (CP) na Câmara de Cuiabá que investiga supostos desvios na Saúde da Capital praticados sob seu comando. Desta vez, o chefe do Executivo usou a saída da vereadora Edna Sampaio (PT) do colegiado, que afirmou suposta “falta de fundamentação” na condução dos trabalhos, como base para solicitar o cancelamento das investigações.

LEIA MAIS: Edna aponta inconsistências e pede para sair de Comissão Processante contra prefeito

“O descumprimento das regras previstas no Decreto-Lei nº 201/67, inclusive, foi expressamente admitido pela Vereadora Edna Sampaio em sua renúncia como membro da Comissão Processante”, diz trecho da manifestação. 

O vereador Eduardo Magalhães (Republicanos) foi sorteado no último dia 7 para ocupar o cargo de membro deixado por Edna na Comissão Processante. 

LEIA MAIS: Eduardo Magalhães ocupa vaga deixada por Edna Sampaio na Comissão Processante

Em uma manifestação protocolada no último sábado (11) pela Procuradoria Legislativa da Câmara de Cuiabá, o presidente da Casa de Leis, Chico 2000 (PL), argumentou que Emanuel Pinheiro admitiu sua responsabilidade nos crimes investigados pela Comissão Processante.

LEIA MAIS: Em manifestação na Justiça, Chico 2000 afirma que Emanuel confessou crimes

Emanuel Pinheiro virou alvo de uma Comissão Processante depois que foi judicialmente afastado de seu cargo pela segunda vez, em março deste ano, sob a acusação de chefiar uma organização criminosa voltada à 'sangria' dos recursos da Saúde. A abertura de processo no Legislativo foi incitada pelo vereador Felipe Corrêa (PL) no dia seguinte ao afastamento.

COMISSÃO PROCESSANTE

A Comissão Processante foi aberta em 8 de março, com 16 votos. Caso o parecer seja pela cassação, seria necessário apenas mais um voto para completar a maioria, segundo o rito da Casa de Leis. Emanuel Pinheiro trabalha em sua defesa e também no diálogo com os vereadores para reverter sua situação no Legislativo. 

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