No empate em 3x3 de Vila Aurora e Luverdense, que aconteceu no último domingo (15) em Rondonópolis, o técnico da equipe do Norte, Dado Cavalcanti, foi expulso no segundo tempo da partida ao se desentender com um gandula que demorou em repor a bola em jogo, e ainda pode responder a um processo por agressão.
O árbitro da partida, Alinor Silva da Paixão, relatou na súmula da partida, que o técnico agrediu o menor de apenas 14 anos que estava trabalhando como gandula. No documento, a arbitragem descreveu que o jovem foi derrubando e chegou a bater com a cabeça no chão. Com o ato do treinador, o gandula não voltou a trabalhar durante a partida (Leia a baixo trecho da súmula). Divulgação

Porém, o técnico do Luverdense nega a acusação de agressão. Dado Cavalcante falou com o HiperNoticias por telefone e deu outra versão para o que aconteceu: "Eu não entendi porque fui expulso. Não agredi ninguém. Eu corri pra buscar a bola que que estava na mão do gândula, pra correr o jogo, pois meu time (Luverdense) estava perdendo naquele momento. O árbitro reserva – Marcelo dos Santos – comentou que alguém falou pra ele que eu agredi o gândula. Se eu agredi o gandula eu não poderia sair de campo expulso, mas sim preso. Eu não bati em ninguém, eu fui pegar a bola e infelizmente o quarto árbitro estava passeando por aí perdeu o lance e depois me expulsou. Isso é falsidade contra mim”. Desabafou o técnico.
Dado, continua á beira do gramado no segundo jogo da semifinal contra o Vila Aurora nesta quarta (18), e só responderá pela expulsão após ser julgado no tribunal da Federação de Futebol. O julgamento não tem data confirmada.
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