Após a histórica derrota para as venezuelanas, as brasileira amargaram um raro resultado contra as mexicanas. Em 16 jogos anteriores, as rivais haviam vencido apenas uma vez contra 15 triunfos do Brasil. O gol de Espinoza aos 31 minutos do segundo tempo foi apenas o 10º das mexicanas na história do confronto, que registra 68 tentos das brasileiras.
A equipe comandada pelo técnico Arthur Elias desperdiçou diversas chances de marcar, com duas bolas na trave, e também apresentou muitas falhas defensivas contra a seleção que ocupa a 29ª posição no ranking da Fifa. O Brasil é o sexto.
A partida começou complicada para o Brasil. Logo aos 3 minutos, Ovalle recebeu pelo lado direito do ataque e invadiu a área, onde foi derrubada por Thaís Ferreira. O jogo prosseguiu, mas depois a árbitra foi chamada pelo VAR e o pênalti foi marcado. Bernal cobrou à meia altura no canto direito da goleira Lelê, que fez a defesa.
Após o susto inicial, o Brasil criou as melhores oportunidades no primeiro tempo, criando e desperdiçando chances, incluindo duas bolas que pararam na trave. Tainá Maranhão, com dribles e jogadas em velocidade, foi o destaque do Brasil.
No segundo tempo, o Brasil continuou pressionando as mexicanas, mas sem efetividade, ao mesmo tempo em que proporcionava espaço para o avanço das rivais. Em uma cobrança de escanteio pela esquerda, a zagueira Espinoza subiu atrás de duas brasileiras na segunda trave e cabeceou para as redes.
Após o gol mexicano, a seleção brasileira demonstrou cansaço e pouco produziu para ao menos tentar o empate. "Faltou efetividade, não acho que jogamos mal. Futebol é isso: ganha quem coloca a bola na rede", afirmou Mariza ao Sportv.
(Com Agência Estado)
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