Sexta-feira, 20 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Esportes Sexta-feira, 20 de Março de 2026, 10:00 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sexta-feira, 20 de Março de 2026, 10h:00 - A | A

São Paulo: Polícia Civil aponta 'associação criminosa' em venda ilegal de camarotes no MorumBis

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Uma investigação conduzida pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) concluiu que o São Paulo Futebol Clube foi vítima de uma "associação criminosa profissionalizada". Segundo o relatório policial, o grupo era composto por Rita de Cássia Adriana Prado, Mara Casares, Douglas Schwartzmann e o ex-superintendente Marcio Carlomagno, que atuavam como sócios informais em um esquema de comercialização clandestina de camarotes no estádio do Morumbis. A informação é do portal GE.

Segundo a publicação, a base das novas revelações é um caderno apreendido na residência de Adriana Prado, considerada a operadora logística e financeira do grupo. Nas anotações, a polícia encontrou o que chamou de "memorial contábil" do crime: registros que mostram uma divisão fixa de 25% dos lucros para cada integrante e a descrição das funções de cada um dentro da estrutura.

O documento indica que a exploração ilegal ocorreu por quase dois anos, iniciando-se no show do Coldplay (março de 2023) e estendendo-se até a apresentação de Shakira (fevereiro de 2025)

O relatório destaca pontos cruciais sobre a participação dos envolvidos. Marcio Carlomagno, antes citado apenas como facilitador, agora é visto pela polícia como parte integrante da sociedade. Adriana referia-se a ele como "vice-presidente", o que, para os investigadores, demonstra sua relevância no clube, onde ele era cotado para sucessão presidencial antes de ser demitido.

Em seus escritos, Adriana questionava se a "corrupção era só da parte deles" e mencionava o desejo de atuar "legalmente" no futuro, o que a polícia interpreta como uma admissão da ilegalidade de suas atividades atuais. Ela também expressou temor por sua integridade física. Todos os envolvidos já se desligaram do São Paulo

O esquema veio à tona após o vazamento de áudios em que Douglas Schwartzmann admitia que "todo mundo ganhou" dinheiro com a operação.

Os advogados de Marcio Carlomagno negam qualquer vínculo com Adriana ou com a venda de ingressos. A defesa de Douglas Schwartzmann critica o vazamento de documentos sigilosos e afirma que as anotações são isoladas e sem confiabilidade jurídica.

Já os representantes de Mara Casares argumentam que o relatório é meramente interpretativo e baseado em conjecturas dos policiais. A defesa de Adriana Prado ressalta que o caso corre sob segredo de justiça e que a culpa não pode ser afirmada antes do contraditório judicial.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros