O duelo, válido pelo peso-pena e previsto para até cinco rounds, foi resolvido rapidamente. Conhecida pela força no grappling, Ronda levou a luta para o chão logo nos primeiros movimentos, encaixou golpes no ground and pound e, em seguida, aplicou uma chave de braço. Gina não conseguiu escapar desistiu com apenas 17 segundos de combate.
Hall da Fama do UFC e medalhista olímpica de judô em Pequim-2008, Ronda conquistou pela nona vez um triunfo em menos de um minuto nas artes marciais mistas.
Após o encerramento da luta, o clima foi de respeito e emoção dentro do cage. Ronda descartou continuar lutando e afirmou que o retorno foi pontual.
"Gina, você mudou o meu mundo e nós mudamos o mundo. Nunca serei capaz de te devolver o suficiente. Eu esperava que isso vitória rápida poderia ser possível, felizmente é o bonito das artes marciais. Ela é minha heroína. Não tem chances de voltar (ao MMA)", declarou Ronda.
Gina Carano, por outro lado, evitou fechar as portas para uma nova luta, apesar do longo período longe do esporte. "Eu queria muito, me senti muito pronta e bem. Estou muito feliz de voltar aqui após tantos anos. Não sei se voltará a lutar, 17 anos é muito, mas não se sabe, vendo isso, acho que ainda consigo fazer qualquer coisa. Nunca se sabe", afirmou.
Ronda não competia no MMA desde 2016, quando foi derrotada pela brasileira Amanda Nunes no UFC 207, em sua última luta antes da aposentadoria. Ex-campeã do peso-galo, ela encerrou a primeira passagem pelo esporte com cartel de 12 vitórias e duas derrotas. Nos anos seguintes, passou a atuar no cinema e na WWE.
(Com Agência Estado)
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