"O Palmeiras cumpre o que está no contrato. Quando nós emprestamos o atleta para o Novorizontino, foi pactuada uma multa no caso de o jogador atuar contra o Palmeiras. Se o Novorizontino usar o atleta, vai ter de pagar uma multa", afirmou a mandatária que se manteve firme em sua posição.
"Se utilizar o jogador, temos de cumprir o contrato. Terá de pagar multa", afirmou em entrevista coletiva. O valor que foi estabelecido no acordo entre as duas agremiações é o de pagamento de R$ 1 milhão por partida.
Um dos destaques do Novorizontino, Rômulo é o vice-artilheiro da equipe com cinco gols, dois a menos do que o goleador do campeonato, o seu companheiro de ataque Robson. No encontro entre os dois times na fase de classificação, em partida que terminou com vitória de 4 a 0 do conjunto de Novo Horizonte, a diretoria do interior optou pelo não pagamento da multa e o camisa 10 ficou de fora do embate.
Em reunião realizada na sede da Federação Paulista de Futebol nesta segunda-feira para definição das datas e horários dos dois confrontos decisivos, a mandatária aproveitou a entrevista coletiva para rebater as reclamações do São Paulo após a derrota para o Palmeiras por 2 a 1, neste domingo, pelas semifinais.
Rui Costa, executivo de futebol do time são-paulino cobrou a não marcação de um pênalti. Leila aproveitou os microfones para dar a sua resposta. "Vou te falar, se sou eu, uma mulher, reclamando de arbitragem, vão dizer que sou histérica", afirmou.
Na sequência de seu discurso, ela declarou que assuntos como polêmicas de arbitragem não devem ganhar voz pela imprensa. "Sou uma dirigente que não comento decisões de arbitragem para a imprensa. Quando entendemos que existe algum erro claro, conversamos com as pessoas que estão aqui para resolver, no caso a Federação Paulista ou a CBF. Não discuto arbitragem porque não gosto de terceirizar responsabilidade. Você só melhora quando reconhece os erros", afirmou Leila.
Com o primeiro jogo da final definido para esta quarta-feira, em Barueri, a dirigente palmeirense disse estar confiante em um resultado positivo. Ela lamentou o fato de não poder mandar o confronto no Allianz, mas acredita no sucesso de seus comandados.
"Gostaríamos muito que esse jogo fosse realizado no Allianz Parque, mas em virtude da não conclusão ainda da reforma do gramado, vamos atuar em Barueri.". Questionada sobre alguma ação para lotar o estádio, ela usou o retrospecto do clube como resposta. "Não existe ação maior do que estar pela sétima vez (seguida)numa final de um Paulistão. Acredito que nosso torcedor vai comparecer em peso. E Barueri é muito bem localizado. E nós somos milhões de torcedores", disse.
(Com Agência Estado)
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