A dupla era a aposta do grupo Renovação e Transparência, liderado pelo ex-presidente Andrés Sanchez, mas acabou derrotada pela chapa de Augusto Melo, que venceu a eleição e encerrou 16 anos de domínio da situação.
Melo veio a sofrer impeachment no segundo ano de mandato por gestão temerária depois de ser indiciado pela Polícia Civil por lavagem de dinheiro, associação criminosa e furto qualificado pelo abuso de confiança. O então 1º vice, Osmar Stábile, assumiu o cargo em maio do ano passado.
Milton Leite comentou sobre a aventura na política corintiana em 2024, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura. "Eu fui convidado pelo André para ser candidato a vice-presidente. Para mim, foi uma honra. Sou corintiano doente, então eu pensei em colaborar com a campanha. Perdemos a eleição e foi uma das poucas derrotas que tive dentro dessa disputa. Além disso, sendo vice-presidente, eu não teria uma função efetiva durante um mandato parlamentar. Não seria um desperdício de tempo dessa magnitude", disse.
Durante a campanha, Leite justificou a candidatura destacando sua condição de sócio do clube desde a década de 1970 e argumentando que sua experiência política e administrativa seria fundamental para auxiliar no reequilíbrio financeiro e nas pactuações de dívidas contratuais e fiscais do Corinthians.
Em nota, Milton Leite disse que vai provar sua inocência em todas as acusações. "Não estou foragido, e vou me apresentar às autoridades em até 24 horas", afirmou.
(Com Agência Estado)
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