Domingo, 26 de Abril de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Esportes Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020, 15:52 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020, 15h:52 - A | A

Maradona morre no mesmo dia de seu amigo Fidel Castro, ex-líder de Cuba

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O dia 25 de novembro ficará marcado na história pelo dia da morte de Diego Armando Maradona, um craque do futebol, e também do cubano Fidel Castro. Coincidentemente, os dois amigos faleceram no mesmo dia, com quatro anos de diferença - o ex-líder da ilha caribenha morreu em 25 de novembro de 2016.

A relação dos dois sempre foi muito próxima, a ponto de Maradona tatuar a imagem do cubano em sua panturrilha esquerda - no bíceps direito tinha tatuado o rosto de Ernesto "Che" Guevara. E um fato marcante na vida do ex-jogador motivou essa adoração por Fidel: foi o ex-líder daquele país caribenho que estendeu a mão para Maradona se tratar da dependência das drogas.

Em 2000, o craque foi para Cuba para encarar de frente sua dependência química e lá fez amigos e se apaixonou pelo povo local e pela ilha. "Não sou comunista, mas sou 'Fidelista' até a morte", chegou a dizer Maradona.

O contato era tão próximo que certa vez, em Havana, Maradona ensinou Fidel a brincar com uma bola de futebol em um dos muitos encontros que tiveram. Isso ocorreu a portas fechadas no Palácio da Revolução de Havana, em uma ilha que tem uma paixão pelo beisebol - Fidel inclusive gostava mais deste esporte do que de futebol.

Em sua autobiografia "Yo soy el Diego", Maradona incluiu o amigo em sua dedicatória. "A Fidel Castro e, por meio dele, a todo o povo cubano", escreveu. Os dois estiveram juntos ainda em um programa televisivo de entrevistas que Maradona teve na Argentina e o ex-jogador sempre se mostrou a favor dos políticos notadamente de esquerda.

Maradona bradou contra o imperialismo e se aproximou ainda de Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela, e já teve encontro com o brasileiro Luis Inácio Lula da Silva, que lamentou a morte. "No campo, foi um dos maiores adversários, talvez o maior, que a seleção brasileira já enfrentou. Fora da rivalidade esportiva, foi um grande amigo do Brasil. Só posso agradecer toda sua solidariedade com as causas populares e com o povo brasileiro. Maradona jamais será esquecido", disse Lula.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros