Após 10 meses, os torcedores puderam retornar ao estádio Craven Cottage, em Londres. Mas apenas dois mil. Viram um gol de pênalti de Salah, no fim do jogo, estragar o que seria uma grande vitória sobre o poderoso Liverpool. E, mesmo assim, o egípcio quase desperdiça. Ele bateu no meio do gol, a bola ainda tocou no goleiro antes de entrar. Restavam 10 minutos em uma partida muito bem disputada pelo Fulham e, na qual, os visitantes sentiram demais a falta do português Diogo Jota, ausência por causa de lesão no joelho.
O Fulham mandou no jogo. O técnico Scott Parker armou muito bem sua equipe. Ela foi superior o tempo todo e merecia melhor sorte. Mas Alisson estava em um dia inspirado e fechou o gol, com ao menos três grandes defesas.
Mesmo assim, os donos da casa saíram em vantagem. Em um dos tantos ataques do primeiro tempo, cobrança de escanteio e bate-rebate na entrada da área, o Liverpool tentou sair para o ataque, mas errou. A bola sobrou para Reid acertar uma bomba pela direita, sem chances para Alisson.
Na etapa final, mesmo melhorando um pouco, o Liverpool não apresentou um futebol para vencer. O máximo que conseguiu foi o empate, graças ao pênalti. Com 25 pontos, não soube aproveitar o tropeço do Tottenham, que tem cinco gols a mais de saldo (14 a 9). O Fulham, apesar da boa apresentação, segue em 17.° lugar, com oito pontos.
(Com Agência Estado)
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