O vínculo foi anunciado em um evento nesta sexta-feira na capital da Turquia. Na cerimônia, estiveram presentes o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, o CEO da Fórmula 1, Stefano Dominicali e ainda o mandatário da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Mohammed ben Sulayem.
O contrato foi selado após um novo acordo com o Ministério da Juventude e Esportes da Turquia. A Federação Turca de Automobilismo (TOSFED) será a parceira da Fórmula 1 responsável pela organização dos eventos futuros.
O Istanbul Park entrou para o calendário da Fórmula 1 em 2005 e rapidamente ganhou reputação como uma das pistas mais tecnicamente exigentes do campeonato. O traçado de 5,33 quilômetros apresenta mudanças drásticas de elevação que desafiam tanto a habilidade do piloto quanto o desempenho do carro.
O vencedor mais recente no Istanbul Park foi o finlandês Valtteri Bottas em 2021 com a Mercedes, que, juntamente com Hamilton, é um dos dois únicos pilotos em atividade a terem vencido o Grande Prêmio da Turquia.
Em comunicado divulgado pela Fórmula 1, Erdogan festejou o desfecho das negociações e o retorno do país turco ao calendário da mais nobre categoria do automobilismo mundial. "Considero o retorno da Turquia ao calendário da Fórmula 1 um reflexo claro da grande confiança depositada em nosso país, em nossa sólida capacidade organizacional", diz parte do texto.
O GP da Turquia estreou em 2005 e se manteve na Fórmula por mais seis temporadas, encerrando a sua participação em 2011. Foi no circuito Istambul Park que o brasileiro Felipe Massa conquistou a primeira vitória na carreira, em 2006. Ele é o maior vencedor da prova com três triunfos. A etapa voltou a ser disputada ainda em 2020 e 2021.
Ao que tudo indica, a prova turca deve substituir o GP da Holanda. O contrato de Zandvoort termina no ano que vem e não existem indicativos de que o vínculo seja renovado por mais tempo.
(Com Agência Estado)
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