Segundo o documento, a quantia é composta por um salário-base de 2,6 milhões de dólares e uma bonificação de 2,2 milhões de dólares. O valor do bônus não é fixo e pode variar de acordo com os critérios estabelecidos pela organização para cada temporada.
A divulgação faz parte da política de transparência adotada pela Fifa desde 2019, ano em que a entidade passou a tornar públicos os vencimentos de seus principais executivos. Na primeira prestação de contas nesse formato, Infantino recebeu cerca de 2,9 milhões de dólares entre salário e premiações.
No comando da Fifa desde 2016, o dirigente suíço cumpre atualmente seu terceiro mandato à frente da instituição. Em março de 2023, ele foi reconduzido ao cargo por aclamação durante o congresso da entidade, com apoio unânime das 211 associações nacionais filiadas. Seu mandato tem validade até 2027.
(Com Agência Estado)
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