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Esportes Quarta-feira, 18 de Novembro de 2020, 07:53 - A | A

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2020, 07h:53 - A | A

Diretor da federação alemã garante Löw na seleção mesmo após goleada histórica

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Tetracampeã do mundo e dona de três títulos da Eurocopa, a seleção da Alemanha sofreu nesta terça-feira a sua pior derrota em 89 anos ao ser goleada pela Espanha por 6 a 0, em Sevilha, pela rodada final da fase de grupos da Liga das Nações da Uefa. Com o resultado, o país foi eliminado da fase final da competição e dúvidas surgiram sobre a sequência do trabalho de Joachim Löw, técnico que está no comando desde 2006.

O diretor esportivo da Federação Alemã de Futebol (DFB, na sigla em alemão), o ex-atacante Oliver Bierhoff, tratou de acabar com qualquer dúvida sobre o assunto. Em entrevista coletiva, respondeu sobre se Low estará à frente da seleção na Eurocopa de 2021. "Sim, absolutamente. Este jogo não muda nada. Ainda confiamos no Joachim Low, não temos dúvidas. Temos de digerir esta derrota primeiro, vai demorar algum tempo. Tudo correu mal. Temos de aprender com isto", afirmou.

Desde 1931, a Alemanha não perdia por um placar tão elástico. Naquela ocasião, o algoz foi a Áustria, em amistoso, também pelo placar de 6 a 0. E a seleção não levava seis gols em um só jogo havia 62 anos. A última vez aconteceu na decisão do terceiro lugar da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, quando perdeu para a França por 6 a 3 e ficou na quarta posição.

Low disse após a goleada para a Espanha não encontrar explicação para o que aconteceu. "Não sei o que aconteceu com a equipe. Quase não tivemos oportunidades e não ganhamos um duelo. No segundo tempo tentamos pressionar alto para marcar e voltar ao jogo, mas a Espanha jogou muito melhor do que nós. Foram muito mais rápidos e eficazes", disse.

Questionado sobre se o seu lugar na seleção está sob risco após a derrota, o treinador afirmou: "Tem de perguntar a outras pessoas. Não sou eu que vou falar disso. Mas vamos ter de nos questionar. Vimos que não estamos tão bem como pensávamos", completou.

(Com Agência Estado)

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