O defensor iniciou a carreira nas categorias de base do São Paulo antes de passar por times do interior paulista e se fixar em times portugueses. Há seis anos na Europa, o zagueiro afirma que mesmo sem ser muito popular entre os torcedores, tem experiência o suficiente para corresponder e ter boas atuações caso seja necessário. "Minha característica principal é que sou um defensor que gosta do duelo. Meu ponto forte é a concentração dentro da partida", disse.
Diego Carlos foi chamado juntamente com o zagueiro Felipe, do Atlético de Madrid, depois de Rodrigo Caio, do Flamengo, e Éder Militão, do Real Madrid, terem sido cortados. Embora confiasse nas boas atuações pelo Sevilla, o zagueiro contou que fez uma grande festa em casa junto com a mulher e amigos para celebrar a primeira oportunidade de vestir a camisa da seleção brasileira.
"Quando recebi a notícia que tinha sido convocado eu fiquei muito feliz. Fiquei sem resposta, sem chão. Foi uma alegria gigante. Só sabia agradecer. Tentei até acalmar minha esposa, porque está grávida. Na minha casa tinha dois amigos e a gente pulou de felicidade", afirmou. Nesses dois jogos contra Venezuela e Uruguai, o jogador deve ficar como reserva.
O novo zagueiro da seleção garantiu que vai guardar com muito carinho a camisa que usará nos confrontos e afirmou que vê a oportunidade como uma recompensa a quem atuou em bom nível no futebol de Portugal, França e, agora, na Espanha. "Minha carreira tem sido brilhante, ao meu ver. Tive bons momentos na França, estou agora na Espanha e conquistei um título de Liga Europa", comentou.
(Com Agência Estado)
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