O advogado brasileiro Eduardo Carlezzo foi contratado pelo Chile para o caso e já defendeu a seleção em situação semelhante na eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia, em 2018, quando promoveu reclamação na Fifa contra a Bolívia por ter escalado o jogador Nelson Cabrera, nascido no Paraguai, que não cumpria com os requisitos para ser utilizado em jogos da seleção boliviana. Na ocasião, a Fifa deu os pontos da partida para os chilenos.
"Fizemos uma investigação criteriosa e profunda sobre todos os fatos que cercam o real local de nascimento de Byron Castillo. Existe farta documentação suficiente para provar que o certificado pretensamente emitido por um registro civil equatoriano é falso. Essa concussão, inclusive, não foi feita por nós, mas pelo órgão nacional de registro civil no Equador que não encontrou em seus arquivos internos o certificado que o jogador apresenta", afirma.
A investigação havia sido encerrada no ano passado, mas novas provas foram apresentadas ao Ministério Público do Equador. A Federação Equatoriana de Futebol (FEF) pode se apegar à norma da Conmebol que determina um prazo de 48 horas após a partida para pedir os pontos do jogo por suposta irregularidade.
O erro pode custar a vaga do Equador na Copa do Mundo do Catar, neste ano. A seleção poderia perder todos os oito pontos que conquistou nas partidas nas quais Castillo esteve presente: Paraguai, Venezuela, Chile, Uruguai e Bolívia. Caso seja punida com a perda dos pontos, terminaria na última posição das Eliminatórias. A seleção chilena e a peruana seriam as principais beneficiadas da punição ao Equador, ficando respectivamente na 4ª colocação, com vaga direta no Catar, e 5ª posição, ficando com a vaga da repescagem.
(Com Agência Estado)
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