Considerado um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1, Senna conquistou os campeonatos mundiais de 1988, 1990 e 1991, além de somar 41 vitórias em Grandes Prêmios ao longo da carreira. O brasileiro morreu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após sofrer um acidente durante o GP de San Marino, em Ímola, na Itália.
A homenagem teve origem em um projeto de lei apresentado pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). A proposta avançou no Congresso Nacional até ser aprovada e, posteriormente, sancionada pelo presidente da República.
O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria é um registro oficial que reúne brasileiros reconhecidos por sua contribuição histórica ao país e fica exposto no Panteão da Pátria, localizado na Praça dos Três Poderes, na capital federal.
Durante a tramitação da proposta, parlamentares destacaram que o legado de Senna extrapola as pistas. Além das conquistas esportivas, foi lembrada a atuação do Instituto Ayrton Senna, organização criada após sua morte que desenvolve projetos voltados à educação de crianças e jovens em todo o país.
Após a oficialização da homenagem, o Instituto Ayrton Senna afirmou ter recebido o reconhecimento "com honra e profunda gratidão", ressaltando que a inscrição reforça a permanência do legado do ex-piloto para além do automobilismo.
Essa não é a primeira homenagem federal prestada ao tricampeão. Em 2023, Ayrton Senna já havia sido declarado Patrono do Esporte Brasileiro, reconhecimento concedido por meio de outra lei federal.
(Com Agência Estado)
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