"Negociações sobre salário e contrato nunca foram realizadas", disse Slot em entrevista à Voetbal International, na qual garantiu que o sonho de assumir o seu país ficará para o futuro.
"Seria uma grande honra representar meu país como técnico da seleção um dia. No entanto, este não era o momento certo para mim", afirmou o comandante de 47 anos, frustrando muitos holandeses que o viam como o nome certo para a vaga.
Slot quer ganhar mais experiência em clubes antes de assumir a responsabilidade de dirigir a seleção. A Real Associação Neerlandesa de Futebol (KNVB) via com bons olhos o comandante, satisfeita com sua capacidade de construir equipes competitivas.
"Nesta fase da minha carreira, prefiro me ver no campo de treinamento com meus jogadores todos os dias. Algo que simplesmente não é possível da mesma forma com uma seleção nacional", explicou sua decisão Arne Slot, que desde a saída do Liverpool, ainda busca um clube para dirigir.
Louis Van Gaal foi lembrado para um retorno ao cargo, mas o nome já não agrada muito os diretores da KNVB. Uma inovação seria ter uma mulher no cargo. Sarina Wiegman, de 56 anos, é considerada uma das maiores treinadoras do planeta e seria uma aposta ousada da Holanda após o "não" de Slot.
(Com Agência Estado)
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