Houve aumentos em Alimentação e Bebidas, de 1,34% e impacto de 0,29 ponto porcentual; Artigos de Residência (0,65%, impacto de 0,02 ponto porcentual); Comunicação (0,57% e impacto de 0,03 ponto porcentual); Saúde e Cuidados Pessoais (1,16% e impacto de 0,16 ponto porcentual); Despesas Pessoais (0,35%, impacto de 0,04 ponto porcentual); Educação (0,06%, impacto de 0,00 ponto porcentual); Transportes (0,06%, impacto de 0,01 ponto porcentual); Habitação (0,63% e impacto de 0,10 ponto porcentual); e Vestuário (0,52%, contribuição de 0,02 ponto porcentual).
Em abril, todas as 16 regiões investigadas pelo IBGE registraram altas de preços. O resultado mais brando ocorreu em Brasília (0,16%), enquanto o mais elevado foi registrado em Goiânia (1,12%).
(Com Agência Estado)
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