A conclusão vem após o cofundador da Super Micro, Yih-Shyan "Wally" Liaw, ter renunciado à empresa em março, já que ele foi uma das pessoas indiciadas por seu suposto papel no esquema.
O suposto esquema - que envolveu bilhões de dólares em servidores e dispositivos falsos usados para enganar um inspetor americano - também resultou na Super Micro colocando um segundo funcionário em licença e demitindo um contratado.
Nesta quinta-feira, a Super Micro disse que sua investigação sobre o assunto também não encontrou evidências de que a empresa vendeu diretamente produtos controlados por exportação para partes ou locais restritos conhecidos, nem evidências de que suas demonstrações financeiras emitidas anteriormente não possam ser confiáveis devido ao potencial desvio de produtos restritos.
A empresa disse que tomou várias ações de pessoal em relação a funcionários dentro de suas funções de vendas, suporte técnico e desenvolvimento de negócios, incluindo demissões, por não seguirem as políticas da empresa ou o código de conduta da empresa.
Seguindo recomendações da equipe de investigação - que foi liderada por Scott Angel, o diretor independente principal da empresa, e Tally Liu, o presidente do comitê de auditoria do conselho - a Super Micro disse que tomou medidas para aprimorar ainda mais seu programa de conformidade de exportação. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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