"Da mesma forma como tivemos prontidão para erguer as proteções, quando essas condições que me fizeram colocar as medidas protetivas deixam de existir, com o preço do petróleo diminuindo, nós temos que ir revertendo os benefícios ou as subvenções", disse a jornalistas. "A ideia é, no tempo e com cuidado, retirar totalmente, até os próximos meses, todo o subsídio que haja a combustível no País", pontuou.
Durigan ressaltou que parte das medidas já foi desfeita, como o acordo com os Estados que envolvia subvenções e importação de diesel, e o PIS/Cofins voltou a incidir sobre o diesel. Ele lembrou ainda que uma primeira parcela de subvenção, de R$ 0,35 por litro de diesel, deixou de ser paga às distribuidoras a partir de julho. Restam, além da gasolina, a subvenção adicional de R$ 1,12 no diesel.
Durigan participou nesta quinta do evento Caminhos do Brasil, promovido pelo jornal Valor Econômico.
(Com Agência Estado)
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