Com a decisão, companhias que realizarem IPO continuarão sujeitas a um período mínimo de 12 meses antes de serem consideradas para inclusão no índice, além de terem de cumprir os critérios de lucratividade vigentes.
A medida, anunciada na quinta-feira (4) após consulta pública sobre o tratamento de empresas de megacapitalização, também se aplica aos índices de média e pequena capitalização da S&P. No início do ano, a provedora de índices avaliou reduzir para seis meses o prazo de espera para grandes companhias e dispensá-las da exigência de viabilidade financeira, que requer lucro segundo os padrões contábeis GAAP.
Em comunicado, a S&P afirmou que não fará alterações nos filtros de lucratividade, no período mínimo de listagem nem no fator mínimo de peso investível (IWF). Assim, continuará exigindo lucro no trimestre mais recente e resultado positivo acumulado nos 12 meses anteriores para a inclusão no S&P 500.
A discussão gerou controvérsia no mercado, com críticas de que a flexibilização beneficiaria excessivamente empresas de grande porte recém-listadas, como SpaceX, Anthropic e OpenAI. A S&P concluiu que exceções não devem ser concedidas apenas com base no valor de mercado das companhias. A SpaceX não foi lucrativa sob os critérios GAAP em 2025. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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