"O setor trabalha com margem mínima, quando não negativa, e os maus resultados são turbinados por juros que beiram a extorsão do nosso produtor. (...) O nosso campo vai caminhando no rumo de uma verdadeira reforma agrária, só que ela vai ser imposta pelo endividamento, com os produtores endividados caminhando para perder terra para banco e para credor", afirmou o secretário.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Com Agência Estado)
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