"Esses achados, em função da própria definição do Supremo Tribunal Federal, nós encaminhamos aos órgãos regulatórios e fiscalizatórios, como, por exemplo, o Banco Central, a CVM Comissão de Valores Mobiliários, a Procuradoria Geral da República", declarou, durante audiência à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para explicar as operações entre o banco público e o banco Master.
"Não estávamos autorizados a encaminhar esses relatórios para nenhum outro órgão fora esses citados, nem ao governador e governadora atual do distrito do Governo do Distrito Federal. (...) Não podemos abrir todos, até porque isso não cabe ao BRB", continuou.
(Com Agência Estado)
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