"O banco continua observando os requisitos prudenciais exigidos pelos reguladores, sem interrupção de atividades ou prejuízo à prestação de serviços. Ao mesmo tempo, promovemos importantes aperfeiçoamentos em nossa estrutura de governança", declarou, durante audiência à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para explicar as operações.
Souza afirmou que o banco também substituiu dirigentes vinculados ao período investigado, fortaleceu mecanismos internos e supervisão de controle e aperfeiçoou controles internos. Segundo ele, a contratação de uma auditoria feita pelo escritório Machado Meyer Advogados e pela consultoria de risco Kroll Associates teve o objetivo de apurar fatos.
"Nosso objetivo sempre foi o mesmo, apurar fatos, corrigir fragilidades e construir soluções consistentes para preservar a estabilidade do Banco de Brasília. Com esse propósito, contratamos o escritório Machado Meyer, com apoio técnico da Kroll, para conduzir investigação corporativa, independente e relacionada aos fatos apurados na Operação Compliance Zero", continuou.
A CAE tem um grupo de trabalho para supervisionar as investigações das fraudes do Master.
(Com Agência Estado)
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