"Há uma previsão de uma banda para o resultado primário e, para fins de contingenciamento, que tem a ver com a distância para o cumprimento das metas fiscais, se a projeção de receita está num patamar que dispensa a necessidade de contingenciamento, nós não temos, de fato, autorização ou caminho para fazê-lo", afirmou. "Então, o relatório que se apresenta no primeiro bimestral está compatível com o que foi feito de execução nos demais anos".
Ele ainda defendeu que, nos últimos três anos, a equipe disse que iria cumprir as metas fiscais estabelecidas e acertou. "Todos aqueles que falaram diferente erraram nos três anos. Nós vamos novamente cumprir o resultado primário estabelecido e ele não tende a ficar próximo do piso", continuou o novo número dois da pasta, dizendo que o resultado deverá ficar mais próximo do centro da meta.
Por fim, Ceron disse que o que está previsto de exceções em relação ao limite de despesas "já está dado". "Não há necessidade, sequer autorização (para novas despesas), prosseguiu. Ele negou haver intuito de ampliar gastos em ano eleitoral.
(Com Agência Estado)
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