"Neste contexto, as expectativas do mercado sobre trajetórias de política monetária dos BCs mostram manutenção ou alta dos juros no médio prazo", afirmou.
O banco central do Chile notou que a inflação ao consumidor do país desacelerou mais que o esperado em fevereiro, a 2,4% na taxa anual, mas que as expectativas inflacionárias de curto prazo estão aumentando nas últimas semanas devido a depreciação do peso e aos preços de combustíveis.
Segundo o BC, se a guerra acabar rápido e os efeitos se dissiparem no médio prazo, a inflação chilena retornará a níveis coerentes com a meta durante 2027. "No entanto, dada a magnitude do conflito, o Conselho estará particularmente atento a sinais de maior transmissão e/ou persistência na inflação dos choques que estão sendo enfrentados", apontou.
O BC chileno evitou dar sinais sobre decisões futuras, afirmando que avaliará a situação econômica a cada reunião e tomará medidas para cumprir o objetivo de que a inflação retorne para a meta de 3% em um horizonte de dois anos.
A próxima decisão do BC será divulgada em 28 de abril.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








