"No Senado, há um ambiente que considera o prazo de transição longo demais ... Por que tem que viger só daqui a 60 dias? Esse é um debate que está desde 1988", declarou Randolfe a jornalistas.
O senador disse acreditar que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem "simpatia" pelo texto e ter a disposição de conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o tema, mesmo após as rusgas pela rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Para Randolfe, há um "clima favorável" no Senado pela aprovação da redução de jornada e que o texto deve tramitar com celeridade. "Acho que irá tramitar somente uma comissão e nós iremos votar logo. Vamos votar logo", falou.
A declaração vem em um momento em que se calcula se a PEC passará apenas pela Comissão de Constituição e Justiça ou também terá de ser analisada por uma comissão especial - mesmo o regimento do Senado não tendo essa previsão.
O líder do governo afirmou ainda desconhecer conversas para uma desoneração da folha de pagamento para compensar eventuais perdas do setor produtivo.
(Com Agência Estado)
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