Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Outras contribuições positivas relevantes partiram de produtos de borracha e de material plástico (3,1%), produtos de madeira (8,5%), produtos têxteis (4,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,2%).
Entre as 11 atividades com perdas, a principal influência negativa foi de produtos químicos (-3,9%).
Houve impactos negativos significativos também de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,0%), máquinas e equipamentos (-2,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%) e metalurgia (-1,0%).
Comparação com abril de 2025
O avanço de 2,7% na indústria brasileira em abril de 2026 ante abril de 2025 foi impulsionado pelas atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (13,3%), indústrias extrativas (10,6%) e produtos alimentícios (3,2%), segundo os dados do IBGE.
Em abril de 2026 ante abril de 2025, houve expansão na produção de oito dos 25 ramos investigados. Não houve influência do "efeito calendário".
"Não há diferença entre abril deste ano e abril do ano passado, há uma igualdade de dias úteis", disse André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.
Outras influências positivas relevantes foram registradas por produtos de borracha e de material plástico (3,8%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (1,4%).
Na direção oposta, entre as 17 atividades com perdas, as mais impactantes foram as de produtos químicos (-4,5%) e máquinas e equipamentos (-7,0%). Outros impactos negativos foram assinalados por produtos de metal (-4,5%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-6,5%), outros equipamentos de transporte (-7,9%), celulose, papel e produtos de papel (-2,7%), metalurgia (-1,7%) e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-5,4%).
Difusão
O índice de difusão, que mostra a proporção de produtos com avanço na produção em relação ao mesmo mês do ano anterior, passou de 56,5% em março para 46,4% em abril.
(Com Agência Estado)
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