"Confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem (terça) e antes de ontem (segunda-feira) com a decisão deles. E mais ainda, o que é triste, é que tem brasileiros que não vou citar nomes aqui, fomentando essa briga na perspectiva de que se ele taxar a gente ele vai prejudicar uma candidatura a Presidente da Republica e um imbecil desse não percebe que quem é prejudicado é o povo, não é o Lula", afirmou na abertura da reunião ministerial - numa referência ao rival Flávio Bolsonaro (PL).
Lula afirmou ainda que não se pode aceitar o tratamento que os EUA deram ao Brasil nesta semana e que ninguém pode dizer que o Brasil se negou a negociar com os norte-americanos. Disse que haviam acordado em debater divergências em 30 dias.
Ele voltou a criticar o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ao dizer que ele não gosta da América Latina e que este disse que EUA estão fazendo América Latina próxima, menos Nicarágua, Cuba e Brasil.
"Esse Marco Rubio não gosta da América Latina e muito menos do Brasil ele é um latino-americano frustrado, não sei se ele nasceu em Cuba, parece que ele é filho de pessoas que nasceu em Cuba", completou.
(Com Agência Estado)
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