A agenda dá continuidade ao diálogo iniciado durante a visita oficial de Lula a Seul, em fevereiro, quando Brasil e Coreia do Sul adotaram o Plano de Ação 2026-2029, documento que define as prioridades para o aprofundamento da relação bilateral nos próximos anos.
Durante a reunião, os dois chefes de Estado devem discutir o fortalecimento da cooperação em áreas consideradas estratégicas, como minerais críticos, semicondutores, inteligência artificial, transição energética, saúde, indústria farmacêutica, cosméticos, cultura, educação e esportes.
Na área econômica, a expectativa é de que os presidentes debatam medidas para ampliar o comércio entre os países, com foco na integração produtiva, na diversificação da pauta comercial e na abertura do mercado sul-coreano para mais produtos agropecuários brasileiros.
De acordo com o governo federal, a Coreia do Sul foi, em 2025, o quarto maior parceiro comercial do Brasil na Ásia e o quinto principal destino das exportações brasileiras para a região. No período, a corrente de comércio entre os dois países alcançou US$ 10,8 bilhões. O país asiático também ocupa a 19ª posição entre os maiores investidores estrangeiros no Brasil.
(Com Agência Estado)
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