Em discurso nesta terça-feira, 2, ele ponderou que essa avaliação pode mudar caso o conflito no Oriente Médio se prolongue e a transmissão dos preços de energia para salários e para a inflação em geral se mostre mais forte do que a observada até agora. "É crucial monitorar os dados que forem divulgados com extrema atenção", defendeu.
Rehn disse que é preciso estar preparado para um conflito prolongado pelo controle do Estreito de Ormuz, apesar do otimismo recente, e classificou a guerra como "essencialmente um choque estagflacionário": as perspectivas de crescimento enfraqueceram, enquanto a inflação aumentou, ao menos no curto prazo.
"Essa não é uma boa perspectiva para a Europa, mas é uma para a qual devemos estar preparados. Caso os acontecimentos evoluam de forma mais positiva - e eu ficaria muito feliz em estar enganado -, a adaptação será mais fácil", afirmou.
(Com Agência Estado)
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